Mais sobre a DRC

Diabetes e hipertensão são fatores de risco

O Diabetes e a hipertensão arterial são os dois principais fatores de risco para a DRC (Doença Renal Crônica). Por isso, quem tem qualquer uma dessas doenças precisa ficar atento e fazer um acompanhamento médico. Idosos, fumantes, obesos e quem tem história de doença renal na família também corre riscos.

 

Obesidade pode causar doença renal

 Pela primeira vez na história, o Ministério da Saúde divulgou que mais da metade (51%) da população brasileira está com excesso de peso e 17% obesa. Tanto o sobrepeso quanto a obesidade cresceram no país nos últimos anos e isso é fator preocupante para doenças crônicas, inclusive a Doença Renal Crônica. Os motivos são o sedentarismo e a alimentação inadequada, além do fator genético.

 

Exames primordiais

 Para detectar se o seu rim está funcionando normalmente, peça para seu médico um exame de urina (com dosagem de albuminúria) e outro de sangue (com dosagem de creatinina). Os testes são simples e vão dizer qual é a taxa da sua função renal. Se estiver tudo bem, eles devem ser repetidos periodicamente, a critério do médico. Só esses dois exames já podem antecipar em até 20 anos uma doença renal em seu estágio terminal.

 

Cuidados básicos

Alguns cuidados básicos são super importantes para os seus rins e especialmente para a sua saúde como um todo:

- controlar a pressão arterial,

- medir sempre o diabetes,

- fazer atividade física regularmente,

- manter o peso adequado,

- ter uma alimentação saudável,

- beber bastante água,

- não fumar,

- só usar remédios com orientação médica.

 

Remédios podem agredir os seus rins

 Se você tem mania de tomar remédio por conta própria para qualquer dorzinha, pode fazer um grande mal para sua saúde. Isso porque dependendo da medicação, ela pode causar danos, caso os rins não estejam em plenas funções. Os remédios mais comuns que podem prejudicar o organismo ou os rins são os anti-inflamatórios. Também podem ser danosos os contrastes radiológicos e alguns antibióticos, entre outros. Por isso, nunca tome remédio sem orientação médica.

 

75% dos doentes desconheciam o problema

 De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, 75% das pessoas que começam a diálise nem sequer sabiam que estavam doentes. Hoje, existem 100 mil brasileiros em tratamento, dependentes de uma máquina para sobreviver e muitos aguardam na fila de espera por um novo rim. No Brasil ainda há falta de diagnóstico e descobrir o problema precocemente pode conter o avanço da doença.

No país, há 10 milhões de pessoas com disfunção renal, com crescimento de ao menos 8% ao ano. Os motivos são o envelhecimento da população e o aumento do grupo de risco.

 

Rim é o mais esperado na fila por transplante

 Quase 90% da fila de espera por um órgão em todo o país aguarda um rim. Porém, só ele corresponde a 71% dos transplantes feitos no Brasil no primeiro semestre de 2013, segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos. De acordo com o médico Rui Alberto Gomes, a alta demanda deve-se ao fato de problemas comuns e de elevada prevalência causarem Doença Renal Crônica, como hipertensão, diabetes e obesidade, além do envelhecimento da população. “Isso explica por que os rins são ‘tão problemáticos’. Eles são vítimas de uma série de outras doenças, hábitos de vida e situações cotidianas.”

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